Questões da Vida
Bem, não posso dizer que tudo tem limite nessa
vida.
- A menos da quilo de que não me em
porto.
Mas, por um momento quase achei que sim e, um
fator que está na cabeça de todos.
- Quero saber se para poluir a terra precisa de
limites,
(para roubar, matar, estrupar, assassinar).- tudo
isso não te limites.
Você pode estar onde quiser, no Shopping, por
exemplo, que e um lugar de fazer compras, de ir ao cinema com as
crianças um verdadeiro passeio em família.
- Meu bolso chora quando vou nesse
lugar!
A gente que reclama dos preços das lojas do
estacionamento, de tudo um pouco.
Isso não tem limite,são os questionamentos da
vida,que nos rodeia a todo tempo.
Recentemente vimos pela televisão casos que estão
fora de controle.
- Uma funcionária da loja de relógios Rolex do
Shopping Cidade Jardim, na Zona Sul de São Paulo, foi feita refém
pelos assaltantes que invadiram o luxuoso centro de
compras.
Isso é só o começo das questões que fica na
cabeça de todos onde esta a policia, o governo, prefeito,
deputados, presidente, e por ai vai questionando...
Tem gente que não conviver com os problemas da
vida.
Sobreviventes
de um estupro
Sobreviventes de estupro ao redor do mundo estão
compartilhando as suas histórias. Considere esta história
pessoal.
Estava na época da primavera. As flores estavam começando a crescer
depois de um longo inverno. As aves estavam de volta, o sol estava
brilhando, e havia uma brisa que perfumava o ar com as fragrâncias
da temporada.
Eu estava indo para uma entrevista de trabalho; minha função seria
limpar casas na área onde morava para receber um salário maior do
que o que eu estava ganhando em um restaurante. Eu estava tão
animada, pois eu achava que esse emprego era a melhor opção para
mim naquele momento. Eu respondi a um anúncio num jornal local,
contatei o autor do anúncio, e marquei uma data e hora para a
entrevista.
Cheguei no local designado dirigindo o carro dos meus pais. Eu
tinha marcado para me encontrar com o homem do anúncio no
estacionamento de uma sorveteria e ele iria me levar à casa. Ele me
disse que seria muito difícil encontrar a casa ao anoitecer. Eu vi
seu carro e entrei. Saímos imediatamente.
Conversamos sobre muitas coisas diferentes e eu realmente não
estava prestando atenção para onde estávamos dirigindo. Eu fiz
muitas perguntas sobre a natureza do trabalho e sobre o número de
horas que estaria trabalhando. Eu avisei a ele que ainda era uma
estudante e que minha escola tinha que vir em primeiro lugar, por
isso eu só poderia trabalhar tempo parcial. As respostas às minhas
perguntas foram breves.
À medida que continuamos a dirigir, eu comecei a me perguntar
silenciosamente: "onde é esta casa?" Ele dobrou no estacionamento
de uma empresa local de gás natural. Fiquei um pouco perplexa e
comecei a me sentir um pouco desconfortável. Perguntei-lhe o que
estávamos fazendo ali. Ele não respondeu e estacionou o
carro.
Ele desligou o motor e se virou para mim. Ele me fez algumas
perguntas de natureza sexual. Eu soube logo que estava em apuros.
Eu olhei ao meu redor e não vi ninguém por perto. O estacionamento
era cercado por árvores e meio escondido da estrada. Eu tentei
abrir a porta do carro, mas não consegui. Ele apenas sorriu para
mim. Não um sorriso feliz, mas um sorriso perverso.
As coisas que aconteceram depois daquele sorriso não deveriam ter
acontecido com uma menina jovem, ingênua, tímida e inocente que
tinha acabado de fazer 16 anos. Depois que o homem conseguiu o que
queria, ele veio ao redor do carro, abriu a porta, puxou-me para
fora, e deixou-me sobre o asfalto, chorando descontroladamente, com
a minha roupa toda rasgada.
Eu tentei me arrumar o tanto quanto possível e comecei a caminhar
de volta para o carro dos meus pais. Tínhamos dirigido todo aquele
tempo e estávamos apenas uns 3 quilômetros de distância da
sorveteria. Levou o que parecia ser uma eternidade para andar
aquilo tudo de volta. Meu corpo se sentia totalmente dormente. Eu
estava em choque.
Eu cheguei ao carro, entrei e comecei a dirigir para casa. Ninguém
estava lá e por isso estava grata. Fui ao banheiro e me esfreguei e
esfreguei por muito tempo, mas eu não conseguia me sentir
limpa.
Eu nunca disse nada a ninguém. Eu me isolei. Continuei a viver
minha vida, mas eu estava apenas fazendo tudo automaticamente. Meu
corpo era uma casca vazia. Eu estava protegendo a minha alma. Eu
nunca mais iria deixar que alguém se aproveitasse de mim
assim.
Deus, a minha Bíblia e poesia eram meus amigos. Quando eu não
estava na escola, eu estava sozinha no meu quarto. Pedi a Deus que
me curasse nas partes mais profundas do meu ser... locais sobre os
quais só Ele estava ciente. No entanto, eu ainda não podia sentir a
cicatrização.
Sobreviventes de estupro - Uma festa com um final
infeliz
Comecei a faculdade e escondi minha dor com o álcool. Após a
faculdade, eu me alistei no exército porque eu precisava de
estrutura. Eu precisava encontrar quem eu realmente era. Eu era (e
ainda sou) muito patriota e estava pronta para morrer pelo meu
país, se necessário.
O treino básico foi fácil para mim. Tornei-me o melhor soldado que
podia. Segui ordens. Eu prestava atenção nos detalhes, marchava
quando era para marchar, corri quando era para correr. Passei o
treinamento básico com facilidade. O Treinamento Individual
Avançado (TIA) logo começou; passei a ter mais liberdade, mais
escolhas, menos estrutura.
Havia um clube para as pessoas do exército na base onde estávamos.
Eu comecei a frequentar esse clube e a dançar com os amigos do meu
quartel. Eu dançava muito porque era uma maravilhosa libertação da
dor que ainda estava dentro de mim. Uma noite depois do clube ter
fechado, tomei um atalho através de uma floresta de volta ao
quartel. Esse caminho iria me poupar uns 15 minutos. Havia um grupo
de colegas, que a essas alturas estavam bêbados, que também usaram
esse mesmo atalho. Aparentemente, uma mulher solitária na floresta
era demais para resistir.
Eu nunca vi seus rostos. Enquanto eu estava deitada sendo atacada,
eu me isolei em um mundo que me protegia do que estava acontecendo
comigo. Quando saíram, ouvi apenas os seus sorrisos demoníacos.
Ainda posso escutar esse som, mesmo 26 anos depois.
Sobreviventes de estupro-
Curando a dor
Você pode estar pensando neste momento que como
uma sobrevivente de estupro (2 vezes), que eu tenho todo o motivo
do mundo para estar com muita raiva pelo que tenho vivido, e que eu
me afastei da minha fé e de Deus. Nada poderia ser mais longe da
verdade. Deus estava sempre comigo. Eu não tenho uma resposta por
que essas coisas aconteceram na minha vida. Eu sei que Deus usa
tudo na vida para o bem.
Se eu tivesse a opção, não escolheria passar por essas experiências
dolorosas de novo, mas elas me ajudaram a ser o que sou hoje. Deus
tem colocado em mim o desejo de ajudar outras mulheres com a Sua
Palavra, o Seu amor, Seu perdão e a Sua graça.
Quando alguém escolhe viver para Jesus Cristo, escolheram o caminho
mais difícil. Haverá dificuldades e haverá sofrimento. Podemos
estar certos disso. Temos esperança. Sabemos que não estamos
sozinhos. Sabemos que, no fim das contas, Deus vence. Nós vencemos
também.
Já faz tempo que perdoei os meus atacantes. Oro para que Deus
coloque alguém em suas vidas para revelar a Sua glória para eles.
Oro para que aceitem o Seu convite e abandonem a mão do maligno e
juntem-se a mim na eternidade.
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esperança
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